OUTUBRO DE 1998


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Matérias do Mês:
EDITORIAL: De Eleições, Feiras e Pacotes
Notas Sintéticas
Curso de Especialização em Polímeros no Instituto de Química da UERJ
Union Carbide Participou do 1º Salão Brasileiro da Qualidade Ambiental
Lanzara Fecha Parceria com a Inland Printing Company
A Reciclagem dos Plásticos e o Contato com Alimentos
Ufscar e Augm Promoveram Simpósio sobre Ciência e Engenharia de Materiais no Mercosul
Embalagem: um Mercado Mundial de Primeira Ordem
Fortilit Investe R$ 650 mil na Festa do Peão de Barretos
Ipiranga Petroquímica Lança Produto de Sopro com Alta Resistência ao Impacto
B&C Faz Parceria com a Wis para Inventário de Estoques
Mercoplast '98
Gutenberg Traz Guilhotina Hydromat, a Trilateral mais Versátil do Mundo
Ultracargo Investe no Mercado de Granel Sólido
KPMG Registra 167 Fusões e Aquisições no 1º Semestre
Coca-Cola Exibe Geladeira "Contour" na Abras 98
Máquina de Impressão a Jato de Tinta (Ink-Jet)


EDITORIAL
DE ELEIÇÕES, FEIRAS E PACOTES...

A DESVANTAGEM DE SE ESCREVER editorial em publicação mensal é que muitos dos fatos comentados, ao chegarem ao leitor para sua apreciação, já podem ter sido superados por situações mais novas.
NÃO PODERÍAMOS, ENTRETANTO, deixar de falar, nesse apagar das luzes de outubro, ao redigir essas linhas, de importantes eventos que aconteceram (ou estão acontecendo ainda), como é o caso das eleições, do “pacote” econômico (que o governo quer que denominemos “programa de ajuste fiscal) e da própria realização da K’98 em Düsseldorf, Alemanha.
NO CASO DAS ELEIÇÕES, o resultado pode ser considerado “sui-generis”: no plano nacional, em 04 de outubro, a população, ao reeleger Fernando Henrique, ainda no 1º turno, “parecia” sinalizar para um total apoio a qualquer medida que S.Excia. tivesse que tomar para colocar a economia em ordem.
O “PARECIA” TOMOU FORMA quando, passados apenas 21 dias da esmagadora vitória, em vários estados importantes da federação, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, a população optou por candidatos da oposição ao Governo Federal, no 2º turno, como um aviso de que a reeleição não foi um “cheque em branco” para o Presidente fazer o que lhe desse na veneta.
ISSO FICA MAIS CLARO AINDA se considerarmos que a vitória do Governador reeleito em São Paulo, apesar de pertencer ao mesmo partido de Fernando Henrique, foi conseguida, certamente, com os votos da oposição - o que obrigará, certamente, Mário Covas a adotar uma postura de maior independência em relação ao Governo Federal.
SOBRE O “PACOTE”, apesar de ter “tocado na ferida” do desequilíbrio entre a aposentadoria dos funcionários do setor público e do privado, entre outras medidas, aumentou a alíquota do CPMF que havia sido criado para salvar a saúde, mas transforma-se, agora, oficialmente, em instrumento para, fazer “caixa”, seguindo as recomendações do FMI, como um dos passos para equilibrar a dívida pública.
A DESCULPA DO GOVERNO para baixar as elevadíssimas taxas de juros é a aprovação das medidas. Entretanto, o prazo de seis meses que aponta para essa queda pode ser fatal para uma economia já bastante combalida como a nossa.
PARA DESANUVIAR um pouco, outubro também está sendo o mês da realização da K’98 que parece fadada a alcançar grande sucesso: segundo nosso representante, só nos dois primeiros dias do evento 61.000 pessoas de 49 países diferentes já haviam circulado nos majestosos pavilhões que, por sinal, serão, segundo a direção da Feira, ampliados em mais 24.000m2 para abrigar a próxima versão da maior Feira de Plásticos e Borracha do Mundo, já no terceiro milênio: K’2001 !

Leia na próxima edição a opinião de brasileiros que estiveram presentes a esse grande evento !  

 

NOTAS SINTÉTICAS

 


Atenção Profissionais Ligados ao 
Setor de Plásticos e Polímeros

O JORNAL DE PLÁSTICOS pretende divulgar em seu site na internet, trabalhos técnicos relacionados a plásticos e polímeros. 
Se você é autor de alguma tese, monografia, artigo, etc.,
contate-nos pelo fone/fax: (021) 717-0375 ou pelo e-mail: jorplast@openlink.com.br 

Curso de Especialização em Polímeros no Instituto de Química da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IQ/UERJ)

O Departamento de Processos Industriais do IQ/UERJ oferecerá em 1999 o seu primeiro Curso de Especialização em Polímeros com a duração de dois semestres, com 360 horas.
O objetivo do curso é dar um conhecimento básico e amplo sobre polímeros, envolvendo desde os processos, mecanismos e cinética de polimerização até métodos de caracterização, físicos e espectrométricos, avaliação de propriedades mecânicas, composições tecnológicas e modificação química de polímeros com a finalidade de uma aplicação específica. Esse conhecimento será transmitido de uma forma didática por meio das oito disciplinas que compõem o Curso de Especialização em Polímeros.
O curso é dirigido a profissionais de nível superior, trabalhando em empresas produtoras ou transformadoras de polímeros ou para aqueles que desejem ter um conhecimento mais profundo sobre o universo dos polímeros.
A seleção dos candidatos será feita por meio de análise do curriculum vitae documentado.
O corpo docente é constituído em sua maioria por professores com Doutorado na área de polímeros .
A coordenação do curso está a cargo dos professores
Marcos A.S. Costa (masc@uerj.br) e 
Fernanda M.B. Coutinho (fern@ima.ufrj.br ou fern@uerj.br)
As incrições estarão abertas no período de 04/01 até 29/01/1999.
A seleção será realizada no período de 01/02 até 05/02/1999.
As matrículas serão feitas no período de 23/02 até 25/02/1999.
O curso terá início em 15/03/1999 e será ministrado de segunda a quinta-feira no horário de 19:00 às 22:00 horas, no Instituto de Química da UERJ.
Maiores informações podem ser conseguidas na secretaria do IQ/UERJ, no Pavilhão Reitor Haroldo Lisboa da Cunha, 3o andar, sala 310 situado à rua São Francisco Xavier, no 524, Rio de Janeiro, RJ ou pelos telefones (021) 587-7227 ou 587-7172 ou pelo fax (021) 587-7227 ou pelo e-mail: polimero@uerj.br

 


UNION CARBIDE PARTICIPOU DO I SALÃO BRASILEIRO DA QUALIDADE AMBIENTAL

Empresa apresentou três novos produtos que não agridem o meio ambiente.

A Union Carbide lançou três produtos que possuem como característica principal a preocupação com o meio ambiente, uma vez que não possuem produtos químicos agressivos. O lançamento ocorreu no I Salão Brasileiro da Qualidade Ambiental, que aconteceu no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte (SP), durante o evento Qualidade Brasil’98, de 20 a 24 de outubro. 
Tratam-se do Ucar® Resina Vinílica Base Água WBV-110, destinada aos mercados de tintas gráficas, revestimentos e acabamentos em madeira, os Tone® Polymers, Polímeros Biodegradáveis derivados de e-caprolactona, e a linha CYRACURE®, sistema catiônico curado por radiação ultra-violeta destinado, principalmente, à formulação de tintas e vernizes para o segmento de embalagens rígidas e flexíveis.
O I Salão Brasileiro da Qualidade Ambiental é promovido pelo Ministério do Meio Ambiente, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). 
Além de contar com uma mostra paralela, o evento englobou um ciclo de debates com cinco temas importantes relacionados à defesa do meio ambiente nos setores produtivos do Brasil, que foram discutidos por empresários, jornalistas e autoridades governamentais.
A Union Carbide esteve presente no estande do IBAMA e apresentou materiais informativos, vídeos e apresentações em computador sobre três temas-chave ligados às atividades que desenvolve em defesa do meio ambiente:
l Comunicação com a comunidade – esta ação engloba projetos com escolas e associações da empresa, com o objetivo de promover uma aproximação com a comunidade e esclarecer as atividades que a empresa exerce nas diversas regiões. Como exemplo, por meio dos programas “Escolas na Fábrica” e “Projeto Creche” - criado em 1993 e considerado modelo pela Prefeitura de Cubatão.
l Polietileno – A Union Carbide é fabricante pioneira de Polietileno de Baixa Densidade (PEBD) no Brasil, um dos termoplásticos mais utilizados no mundo, nos segmentos de embalagens flexíveis, em cabos e fibras óticas, tubos para irrigação, entre outros. 
Como parte do programa “Atuação Responsável”, a empresa atua de forma significativa na PLASTIVIDA, comissão de empresas envolvidas na produção de resinas termoplásticas, que tem como objetivo principal divulgar para a sociedade informações corretas sobre plásticos manufaturados e sua relação com o meio ambiente por meio de projetos diversos.
l Produtos amigáveis ao meio ambiente – os três lançamentos: Ucar® Resina Vinílica Base Água WBV-110, Tone® Polymers e a linha CYRACURE®.
Para detalhar os projetos, a Union Carbide fez uma apresentação no dia 22 de outubro, às 21h, que contou com exposições de Paulo Pazinatto, Gerente Comercial; Marcos Baptistuci, Saúde, Segurança & Meio Ambiente; Alfredo Carvalho, Assistente Técnico em Polietileno.
A Union Carbide foi uma das primeiras empresas a implantar o Programa de Atuação Responsável no Brasil, coordenado pela ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e de Produtos Derivados -, e que corresponde a uma iniciativa da indústria química brasileira e mundial, destinada a demonstrar seu comprometimento voluntário na melhoria de seu desempenho em saúde, segurança e proteção ambiental. A participação da empresa no I Salão Brasileiro da Qualidade Ambiental foi mais uma ação voltada à sua filosofia de proteção à comunidade e meio ambiente.

LANZARA FECHA PARCERIA COM
A INLAND PRINTING COMPANY

A Lanzara Gráfica Editora acaba de se associar a americana Inland Printing Company, empresa fornecedora de rótulos para mais de 250 clientes em todo mundo, entre os quais a Anheuser-Busch (Budweiser), Stroh Brewing e Procter & Gamble.
Assim, a Lanzara passará a produzir rótulos metalizados e BOPP(rótulos plásticos), ambos impressos em off-set. Ao contrário da rotogravura, este método permite, de forma mais rápida e barata, a produção de pequenas quantidades, o que se torna de grande utilidade, principalmente, na hora de produzir rótulos para produtos promocionais.
A partir desta “joint venture”, está sendo criada uma nova empresa, a Lanzara-Inland S.A. que, através de um investimento de US$ 15 milhões, construírá um parque gráfico exclusivo para a produção de rótulos. Esta nova unidade será instalada assim que a demanda atingir 350 milhões de rótulos, o que deve acontecer já no segundo semestre deste ano.
“Nossa meta é chegar a 500 milhões de rótulos por mês até 1999, ou seja, estaremos dobrando a quantidade produzida em 1997”, explica Antônio Gantus Filho, presidente da Lanzara. “Através da aquisição da tecnologia e do know how oferecidos pela Inland, pretendemos conquistar 40% do mercado de “soft drinks” e cervejas”, conclui Gantus.
Segundo Luiz Carlos Gantus, vice-presidente da Lanzara, “além das grandes contas como Antártica, Kaiser e Schincariol que já estamos em negociação, a maior parte da nossa carteira de rótulos para bebidas será composta por cervejarias pequenas, que é um enorme filão no Brasil”.
A Inland foi fundada em 1944 e produz cerca de 1 bilhão de rótulos por mês. Além da fabricar rótulos, a empresa conta com mais duas divisões que oferecem serviços de marketing e de distribuição. Isto levou a Inland a alcançar um volume de vendas de mais de US$ 40 milhões por ano.
Fundada há 77 anos, e entre as cinco maiores do segmento, a Lanzara produz embalagens semi-rígidas, rótulos, BOPP e adesivos para as principais empresas do país como Ceras Johnson, Royal Nabisco, Cia. Nestlé, Gessy Lever, Arisco, Cervejaria Belco, entre muitas outras.


A RECICLAGEM DOS PLÁSTICOS 
E O CONTATO COM ALIMENTOS

A reciclagem de materiais plásticos é muito benéfica, uma vez que contribui para a redução do resíduo sólido urbano e representa economia de recursos naturais não renováveis, como é o petróleo.
Há três formas de reciclagem dos materiais plásticos, a energética, a química e a mecânica. Na reciclagem energética o plástico é incinerado e a energia liberada é utilizada pela sociedade. Neste caso, deixa-se de queimar o óleo combustível tradicional e aproveita-se o conteúdo energético residual dos materiais plásticos. Só é benéfica a incineração se for com recuperação de energia, e com rígido controle de emissão, pois de outra forma é mais um desperdício de recursos e uma forma tola de poluição do ar.
Na reciclagem química o plástico é depolimerizado, obtendo-se como resultado os monômeros originais que podem ser purificados e então novamente polimerizados para fabricação de novos plásticos. A reciclagem química do PET-polietileno tereftalato é uma das mais desenvolvidas, com três opções tecnológicas: metanólise, glicólise e hidrólise. A metanólise é aparentemente a mais indicada, porém a mais cara. Atualmente esse processo é empregado comercialmente na Europa e Estados Unidos, com o produto final usado em blendas com matéria-prima virgem. Entretanto, a viabilidade econômica dessa via de reciclagem ainda é questionada, o que impede a ampliação de seu emprego.
A reciclagem mecânica consiste em submeter o plástico a mais um ciclo térmico, o que permite moldá-lo em uma forma diferente da original. A reciclagem mecânica pode utilizar aparas industriais ou material pós consumo. A reciclagem como solução ao acúmulo do resíduo sólido urbano é a pós consumo. A ISO 14000, quando estabelece os requisitos de rotulagem ambiental, apenas permite a valorização de um produto com o adjetivo reciclável àqueles materiais que são de fato reciclados após o uso no país que tenham um sistema organizado de coleta que permite o recolhimento do material e seu envio à planta de reciclagem. Da mesma forma, o uso da expressão “contém material reciclado” deve revelar a concentração média realmente usada na composição do material.
Como qualquer outro processo industrial a reciclagem mecânica deve ser economicamente viável, o que requer, entre outros fatores, que haja garantia de fornecimento contínuo de material para ser reciclado e que o produto final tenha valor agregado, o que está associado à qualidade desse produto. A qualidade depende da tecnologia de reciclagem e do desenvolvimento de processos adequados para seleção e limpeza do material pós consumo. Para isso, a qualidade do recuperado deve ser compatível com as propriedades exigidas pela aplicação proposta.
Teoricamente as melhores opções de produtos feitos a partir de material reciclado pós-consumo seriam os de vida mais longa, para não solicitar demais a estabilidade térmica do plástico, a exemplo dos tecidos de PET, dos vasos e bancos de PEAD - polietileno de alta densidade, etc. Entretanto, o volume de plásticos a ser reciclado é alto e a reciclagem para fazer novas embalagens passou a ser interessante para o mercado de produtos reciclados, em especial as embalagens de alimentos e bebidas, pelo volume que representam.
Porém, a utilização de plásticos reciclados pós consumo para contato com alimentos e bebidas envolve a definição dos riscos associados ao consumidor pela contaminação da embalagem com resíduos que poderiam vir a migrar para os produtos acondicionados. Há, portanto, um conflito entre requisitos apostos: a exigência por reciclar cada vez mais e a necessidade de garantir que o material reutilizado á seguro para contato com alimentos.
E quais seriam essses riscos? Os plásticos não são inertes e podem absorver compostos com os quais entraram em contato; tais compostos podem vir a ser os contaminantes do alimento ou bebida que vier a entrar em contato no próximo uso. Dentre as fontes de contaminação há o uso indevido da embalagem pelo consumidor para estocar temporariamente produtos como gasolina, defensivos agrícolas, etc. assim como o contato com protudos químicos (inseticidas, raticidas, etc.) na estocagem do plástico antes da reciclagem, que na melhor situação vem de coleta seletiva, mas que pode vir de outros sistemas de coleta.
A Legislação é clara: a embalagem não deve ser veículo de contaminação química dos alimentos e para isso exige controle sobre os limites de migração total e específica e de composição. Assim, os polímeros e aditivos para elaboração de embalagens e outros objetos para contato com alimentos são aprovados individualmente e com limites de composição, quando necessário.
Logo, a aprovação de materiais reciclados pós-consumo para contato com alimentos passa necessariamente pela avaliação de riscos e do potencial de migração de possíveis contaminantes para o produto a ser acondicionado. Muitas pesquisas foram e estão sendo realizadas para quantificar esses riscos. Para tanto, estão sendo utilizados dois conceitos preconizados pela FDA-Food and Drug Administration, o de barreira funcional e do Threshold of regulation.
A barreira funcional é a camada da estrutura que pode impedir fisicamente a difusão de migrantes, restringido a espessura da parede da embalagem que realmente entra em contato com o produto. Barreira funcional é uma camada íntegra que, sob condições normais e previsíveis de uso, reduz a possibilidade de migração de uma camada externa da parede da embalagem para o alimento a um nível insignificante, sob o ponto de vista toxicológico e organoléptico, e tecnicamente viável. Este nível insignificante e desprezível é o threshold of regulation, definido em 0,5ppb, que seria o limite de exposição tolerável por consumo de substâncias de toxicidade desconhecida.
A folha de alumínio é a barreira funcional tradicionalmente aceita. Hoje, a discussão se volta a quanto uma camada plástica de uma estrutura pode ser considerada como barreira funcional, principalmente pelo interesse crescente de incorporação de plástico reciclado pós-consumo no interior de estruturas de multicamadas (co-extrusadas ou co-injetadas).
A FDA e o Ministério da Saúde do Canadá já publicaram recomendacões para os estudos que pretendem demonstrar que o uso de plástico reciclado pós-consumo associado a uma tecnologia específica é seguro. Tais instruções trazem especificações quanto à matéria-prima (que originalmente deve ser aprovada para contato com alimentos ou bebidas), controle da camada barreira, temperatura de uso, e os ensaios recomendados para comprovar a não migração. Tais ensaios têm como base a contaminação de resina plástica virgem com compostos de natureza química diferentes, seguida da lavagem tradicional e fabricação da nova embalagem. Esta é então colocada em contato com simulantes de alimentos e após determinado tempo de contato é avaliado se a migração dos contaminantes para os simulantes está abaixo de 0,5ppb, o threshold of regulation.
A FDA já concedeu algumas “cartas de não objeção” permitindo o uso de tecnologias que demonstraram evidências científicas que o uso do reciclado pós-consumo atende aos requisitos de segurança definidos. Deve se ressaltar que não são aprovações genéricas, mas sim aplicadas ao requisitante que demonstrou tecnologia com a qualidade e segurança necessárias ou requeridas.
No início da década de 90 a tendência internacional era de aumento da reutilização de embalagem e muito esforço foi canalizado para o desenvolvimento das embalagens plásticas retornáveis, especialmente as de PET. Nos últimos anos, o PET tem sido a opção de plástico mais estudada para viabilização de seu uso reciclado para embalagens para contato com alimentos, devido a sua maior facilidade de separação e pelo valor agregado das embalagens fabricadas com esse material.
O maior uso do PET para alimentos é um ponto favorável, pois a matéria original já e aprovada para contato com alimentos e as chances de contaminação por produtos químicos diferentes é menor em relação a outros plásticos que têm uso mais distribuído.
Outro fator favorável é a baixa difusão de grande parte dos contaminantes químicos através do PET, o que permite seu uso como barreira funcional. Um outro atenuante é que caso uma unidade tenha sido usada indevidamente, o contaminante é diluído no processo de lavagem e beneficiamento do PET ao se juntar com milhares de outras garrafas que não foram contaminadas.
Atualmente, apenas a tecnologia conhecida como Supercycle.pet resin (Schmalbach Lubeca) tem uso permitido para garrafas de PET monocamada, sendo recomendado até 25% de PET reciclado em blenda com material virgem.
As demais tecnologias desenvolvidas, e que já têm permissão de uso, são as que empregam embalagem de PET co-injetadas com três camadas por parede, duas externas de PET virgem e uma interna de PET reciclado. A camada de PET virgem que entra em contato com o alimento/bebida deve ter no mínimo 25 micra de espessura, a barreira funcional.
Nos últimos meses a questão da aprovação do PET reciclado em estrutura multicamada para contato com alimentos e bebidas foi discutida no âmbito do MERCOSUL (Subgrupo III Normas Técnicas / Comissão de Alimentos Industrializados / Grupo Ad Hoc Materiais para contato com alimentos). Após intensa discussão e estudo da literatura técnica existente sobre o tema, o Grupo Ad-hoc encaminhou a recomendação ao GMC Grupo Mercado Comum da aprovação do uso do PET reciclado pós consumo dentro das seguintes restrições:
- Embalagem de PET multicamada fabricada por co-injeção e sopro, com camada intermediária de PET reciclado com no máximo 200 micra de espessura e uma camada interna - barreira funcional - de PET virgem com no mínimo 25 micra de espessura.
- Uso aprovado apenas para embalagens descartáveis de PET para o acondicionamento de bebidas não alcoólicas carbonatadas e utilizadas somente em condições de enchimento e conservação à temperatura ambiente ou abaixo da ambiente e por um período máximo de vida útil de um ano.
- As embalagens de polietileno tereftalato (PET) multicamada devem ser autorizadas/aprovadas pela autoridade sanitária competente, ou seja, no Brasil devem ter Registro no Ministério da Saúde.
- As empresas relacionadas com a tecnologia devem ter autorização de operação pela autoridade sanitária competente, e a elas será requerido que atendam requisitos mínimos de controle de processo e de destino de seus produtos.
São identificados dois tipos de empresas:
a) as que operam na valorização e descontaminação do PET pós consumo e de descarte industrial através das seguintes operaçõs unitárias: seleção, moagem do PET coletado, lavagem, secagem e cristalização dos flocos;
b) as que fabricam as garrafas de PET multicamada a partir dos flocos de PET reciclado e de PET virgem.
A estas empresas será requerido que disponham de:
- Instalações e equipamentos adequados para o acondicionamento e processamento do PET pós-consumo e de descarte industrial.
- Pessoal especificamente treinado para atuar em todas as fases do processo.
- As fontes de PET pós consumo devem permitir níveis aceitáveis de contaminação física e química do material.
- Procedimentos escritos e seus registros de aplicação sobre Boas Práticas de Fabricação.
- Fluxograma detalhado do processo, indicando os pontos críticos de risco e o sistema de monitoramento dos mesmos.
- Registros da origem e identificação do PET pós consumo e de descarte industrial.
- Registro dos resultados do controle do processo.
- Registro de destino dos lotes de sua produção.
- Instalações e equipamentos adequados para a fabricação de embalagens de PET multicamada.
- Procedimentos de controle do processo de fabricação das embalagens de PET multicamada que permitam a validação do mesmo.
- Registro dos resultados do controle da espessura das camadas: interna (barreira funcional) e intermediária (reciclada) da embalagem e da avaliação da sua uniformidade.
- Registro da quantidade de descarte industrial gerado na produção e o destino do mesmo.
Após aprovação pelo GMC o próximo passo é a publicação da Resolulão GMC como Regulamento Técnico pela SVS - Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, internalizando a norma no Brasil. Nesse momento, as empresas recicladoras de PET aptas poderão requerer inspeção da SVS para ver se atendem aos requisitos para fabricação de resina e de garrafas multicamadas utilizando material pós consumo, e assim obter a permissão para fabricar embalagens de bebidas carbonatadas no País.

Referências Bibliográficas
BUREAU OF CHEMICAL SAFETY FOOD DIRECTORATE HEALTH PROTECTION BRANCH. Guidelines for determining the acceptability and use of recycled plastics in food packaging applications. Ottawa, 1996,8p.
FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Points to consider for the use of recycled plastics in food packaging: chemistry considerations. Washington: FDA 1992,9p.

UFSCAR E AUGM PROMOVERAM 
SIMPÓSIO SOBRE CIÊNCIA E ENGENHARIA
DE MATERIAIS NO MERCOSUL

Com os objetivos de analisar problemas, debater experiências, identificar oportunidades acadêmicas e empresariais e apontar ações de integração, inclusive em programas de mobilidade para a capacitação de recursos humanos, a UFSCar, a AUGM – Asociación de Universidades Grupo Montevideo e o Núcleo de Informação Tecnológica em Materiais (NIT/Materiais) da Universidade Federal de São Carlos promoveram, de 5 a 8 de outubro , em São Carlos/SP, o Simpósio sobre a Ciência e Engenharia de Materiais no Mercosul.
O evento possibilitou, ainda, contribuir para a integração das atividades de ensino, pesquisa e extensão entre universidades e institutos de pesquisa do Mercosul na área de Materiais, particularmente os que integram a Associação de Universidades do Grupo Montevideo (AUGM), além de ampliar o intercâmbio de informações e idéias, inter-relacionar e agregar instituições, empresas, professores, estudantes e profissionais interessados na área de materiais.
Entre as atividades programadas destacaram-se: apresentação de trabalhos técnicos; cursos; palestras e mesas redondas, proferidas por especialistas como Fernando J. G. Landgraf, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e integrante do Grupo de Planejamento e Acompanhamento do Sub-Programa de Ciência e Engenharia de Materiais do PADCT; José Roberto Ferro, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV); Arno Müller, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e representantes do Ministério da Educação e do Desporto (MEC), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de universidades participantes da AUGM.
Houve seis cursos, ministrados por professores da UFSCar, sobre os seguintes temas: Caracterização Microestrutural de Materiais, a cargo de Claudemiro Bolfarini, Carlos Alberto Flávio Corrêa e Pedro Augusto de Paula Nascente; Seleção de Materiais, com Maurizio Ferrante; Recuperação e Reciclagem de Materiais, com Maria Zanin, Sati Manrich e José Augusto M. Agnelli; Direcionamento Estratégico para Grupos de Pesquisa, com José Angelo Gregolin e Pedro Carlos Oprime; Biomateriais, a cargo de Anselmo Ortega Boschi; e Fratura e Fractais em Materiais Cerâmicos, com o professor José de Anchieta Rodrigues. Ainda durante o simpósio foram realizadas visitas programadas aos laboratórios de Materiais da UFSCar e da USP, bem como em algumas indústrias locais. 
O evento, promovido pelo NIT/Materiais da UFSCar e pela AUGM, através do Núcleo Disciplinar na Área de Engenharia de Materiais, teve apoio do Departamento de Engenharia de Materiais e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, ambos da UFSCar; do CNPq; da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); e do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Outras informações podem ser solicitadas junto ao NIT/Materiais do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar pelos telefones (016) 261-5547 e 261-5627; pelo fax 261-3188 ou pelos seguintes endereços eletrônicos: matmerco@nit.ufscar.br ou wjbotta@power.ufscar.br Mais dados a respeito do Simpósio sobre a Ciência e Engenharia de Materiais no Mercosul podem ser consultados na internet: 
http://www.nit.ufscar.br/matmerco

EMBALAGEM UM MERCADO MUNDIAL
DE PRIMEIRA ORDEM

MUNDO

O mercado mundial da indústria da embalagem está estimado em 2.000 bilhões de FF(350 bilhões de US$), emprega mais de 5 milhões de pessoas em aproximadamente 100.000 empresas, e representa 1,5 a 3% do PIB mundial.
Os EUA permanecem ainda os primeiros consumidores de embalagens com aproximadamente 528 bilhões de FF (93 bilhões de US$).
Na Ásia, é o Japão que se sai bem na frente da China, com 385 bilhões de FF (67,5 bilhões de US$).
Na Europa, a Alemanha permanece em primeiro na frente da França - 93 bilhões de FF (16,3 bilhões de US$), com aproximadamente 137 bilhões de FF (24 bilhões de US$).

De 10 a 250 quilos de embalagens consumidas por ano e por pessoas em função do país.
O consumo mundial de embalagens por pessoa é em média de 25 a 30 quilos por ano. Mas existem grandes disaparidades entre países. Deste modo, temos nos EUA 250 quilos por pessoa por ano, 200 quilos na França como na Alemanha. A Europa em média calcula 120 quilos por habitantes contra menos de 10 quilos nos países em desenvolvimento. De acordo com as perdas ocasionadas pela falta de embalagem, a importância deste problema causa grande surpresa: considerando que a perda de produtos alimentares representa 2 a 3% nos países industrializados ela pode ser de até 50% em determinados países. Na falta de acondicionamento e de embalagens adequadas, estes produtos não podem ser consevados ou transportados em condições apropriadas e se perdem na maior parte do tempo quando na verdade eles são essenciais. Além do mais esta desproporção entre o consumo de embalagens entre países, é também encontradas na fabricação. Neste sentido, 3/4 da produção mundial se destina a 15% da população que deve por em prática estruturas de valorização ou de reciclagem, quando os 85% restantes não dispõem da quantidade básica necessária.

EUROPA

A Europa Ocidental representa um faturamento de 550 bilhões de FF (96,5 bilhões de US$), realizado por 20.000 empresas que empregam aproximadamente 600.000 assalariados. Os recipientes representam a maior parte do mercado europeu com aproximadamente 80%, seguidos pelos acessórios de embalagem com 12% e as máquinas/equipamentos específicos com 8%.

As Matérias-primas
EUROPA
Faturamento de produção de matérias-primas e embalagens em bilhões de francos (bilhões de US$)
 Alemanha 110 (19,29)
França 101 (17,71)
Itália 84 (14,73)
Reino Unido 80 (14,03)
Espanha 26 (4,56)
Países Baixos 24 (4,21)
Bélgica 24 (4,21)
Suíça 14 (2,45)
Suécia 12 (2,10)
Áustria 10 (1,75)
Finlândia 10 (1,75)
Dinamarca 9 (4,57)


A repartição por matéria-prima na Europa confirma aquela encontrada a nível mundial: papel-cartão em primeiro, seguindo do plástico e metal (em valores), e vidro em segundo lugar (em tonelada).

 As máquinas
Europa
Produção de máquinas de embalagem em bilhões de Francos (bilhões de US$)
 Alemanha  21,0 (3,68)
 Itália  14,0 (2,45)
França  3,5 (0,61)
Reino Unido  3,0 (0,52)
 Outros 3,5 (0,61)

4 países europeus asseguram 90% da produção da Europa.

FRANÇA

A França ocupa o quarto lugar no mundo quando se trata de faturamento de produção de embalagem, de máquinas e de acessórios de embalagens, depois dos EUA, do Japão e da Alemanha. A cadeia francesa de embalagem realiza um faturamento de 116 bilhões de francos (20,35) bilhões de US$), representando o 8º sesetor industrial, contando com 120.000 assalariados em 1.500 empresas. A cadeia da embalagem representa deste modo 1,5% do PIB e 7,6% do setor da indústria manufatureira.
Cabe lembrar que a embalagem/acondicionamento é o quinto setor industrial inovador na França. São lançados 250 novos por ano, 45% dentre eles sendo destinados à indústria alimentícia. Se a indústria alimentícia é o primeiro cliente da embalagem, este é seu segundo fornecedor... depois da agricultura. A indústria alimentícia francesa, primeiro exportador mundial, leva a embalagem e o acondicionamento para cima.

França
Produção de embalagens (em %) (Fonte IFEC/EMBALLAGE 98)
 Papel /cartão 34,8
Plástico 25,7
Vidro 17,6
 Metal 14,2
Madeira  5,7
Diversos 2,0

 

França: As indústrias utilizadoras de embalagens
Praticamente todas as atividades necessitam embalagens. No entanto para certos setores, a função embalagem-acondicionamento é primordial: para o setor dos produtos de luxo por exemplo, ela pode representar até 66% do custo final do produto.

 França
Repartição por matéria-prima em % (Fonte IFC/EMBALLAGE 98)
 
 Madeira
 Metal
 Papel/cartão
 Plástico
 Vidro
 Alimentar(líquido)
 11 8 11 30 74
Alimentar(não líquido)
35 70 41 33 14
 Saúde beleza
3 9 11 13 12
 Outros
51 13 37 24 0

 

Em conclusão
Se nos referirmos de um lado aos sinais de retomada do setor de embalagem-acondicionamento e de outro lado ao poder de inovação das empresas que compõem a cadeia, o ano de 98 se apresenta com otimismo.
Em Janeiro, Emballage 98 interrogou seus expositores franceses sobre a saúde econômica dos mesmos. Mais de 2/3 dentre eles declararam um faturamento 1997 em alta e tiveram mais pedidos que em 96; 19% admitem ter projetos de implantação no exterior.
Estas tendências favoráveis do mercado mundial de embalagem estarão sendo reveladas durante o Emballage 98 de 16 à 20 de novembro próximo.

FORTILIT INVESTE R$ 650 MIL NA 
FESTA DO PEÃO DE BARRETOS

Pela primeira vez a empresa participa de uma aventura country e leva suas esposas para mostrar quem doma o touro.

A Fortilit Tubos e Conexões foi uma das quatro empresas patrocinadoras da 43ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, em Barretos, SP. O investimento direto da empresa na festa foi de R$ 650 mil reais, fora o montante investido em atividades paralelas, como shows que a Fortilit promoveu, o que elevou o valor a R$ 1 milhão de reais.
Depois da inauguração da fábrica de Sumaré em alto mar, a bordo do navio Costa Marina, no início de março deste ano, esta é a segunda grande jogada de marketing da empresa, que triplicou sua produção de tubos e conexões de PVC em agosto e detém, hoje, 20% desse mercado. A Fortilit pretende alcançar a liderança até o ano 2000.
Para isso, a empresa aposta em seus novos lançamentos para o mercado de saneamento básico, como os tubos Novaloc e Corrufort e o novo sistema de junta integrada na linha de tubos Defofort e, na linha predial, as caixas d’água de 500 e mil litros e os assentos sanitários. Tudo isso somado à uma agressiva política de vendas e serviços e a prática de melhores preços que os concorrentes.
A Fortilit faz parte do grupo suíço Amanco, que já investiu, até o momento. US$ 172 milhões nas novas fábricas de Sumaré - SP e no Complexo Industrial de Suape - PE. Este valor engloba, ainda, todo o maquinário necessário para a produção e desenvolvimento dos novos produtos. Ainda está nos planos da empresa a construção mais uma fábrica, até o final de 1999, no Sul do País.


IPIRANGA PETROQUÍMICA LANÇA PRODUTO DE SOPRO COM ALTA RESISTÊNCIA AO IMPACTO

A redação do JORNAL DE PLÁSTICOS teve o prazer de receber a visita, em 06 de outubro último, do "staff" responsável pelo marketing da maior produtora de PEAD da América Latina - Ipiranga Petroquímica-IPQ.
Capitaneada pelo gerente Jayme Lucchese Moura, o time da IPQ reuniu-se com o Diretor do JP, Engº Ângelo Roberto, que aproveitou a oportunidade para demonstrar a sistemática de funcionamento do JORNAL DE PLÁSTICOS e do Curso Básico Intensivo de Plásticos.
Durante o encontro, os representantes da empresa gaúcha divulgaram seu mais recente lançamento para o setor plástico.

"A Ipiranga Petroquímica S.A.(IPQ) inicia neste mês de outubro a comercialização de um novo grade em sua linha de PEAD: o GF 4950 HS.
O GF 4950 HS (High Stress) é um material Copolímero, de médio peso molecular, especialmente desenvolvido para o mercado de sopro para atender os segmentos de frascos e bombonas até 50 litros.
A principal virtude deste novo grade da IPQ é possuir propriedades superiores aos materiais similares, como uma excepcional resistência ao tensofissuramento e a agentes tensoativos.Tais propriedades conferem ao produto acabado uma exclente resistência ao impacto por queda e boa capacidade ao empilhamento.
Em virtude destas propriedades o GF 4950 HS tem sua utilização voltada à fabricação de frascos e bombonas destinados a produtos químicos, agroquímicos e produtos de higiene e limpeza, onde elevadas concentrações de tensoativos se faz presente na fórmula.
Além do mercado de sopro, o GF 4950 HS também pode ser utilizado no processo de extrusão de chapas, perfis, peças técnicas e no processo de termoformagem a vácuo, proporcionando um excelente rendimento produtivo.
O lançamento do GF 4950 HS se adiciona à linha de produtos de sopro da IPQ (a “Família 49”, lançada na Brasilplast’87) e demonstra o esforço da empresa em desenvolver produtos adaptados às exigências do mercado de transformação."

Da esquerda para a direita: 
Daniel Blumenthal, Chefe do Dep. de Marketink; 
Luiz Fernando Rosa Jr., Vendedor-técnico; 
Jayme Lucchese Moura, Gerente de Marketing.

 

B&C FAZ PARCERIA COM A WIS 
PARA INVENTÁRIO DE ESTOQUES

A Boucinhas & Campos Auditores acaba de formar uma joint venture com a WIS, empresa americana líder mundial no segmento de realização de inventários de estoques com aplicação de alta tecnologia. A idéia da WIS Brasil - empresa formada a partir da parceria - é aliar os 50 anos de experiência da B&C em auditoria ao know how tecnológico da WIS, oferecendo às grandes redes do varejo de todo o país um produto inédito: um sistema completo de informações sobre os estoques.
“Atualmente, as perdas nos estoques de uma loja de departamentos, no país podem chegar a 3%, enquanto que nos Estados Unidos, esse percentual não atinge 1% do total das mercadorias estocadas”, revela Wilson Carlos de Oliveira, Sócio-Diretor da B&C Auditores, ilustrando, assim, a importância da boa gestão dos estoques para a saúde financeira de uma rede de varejo.
Ele explica que boa parte dos equipamentos da WIS é desenvolvida com tecnologia própria. E, portanto, até agora inéditos no Brasil. “Com essas ferramentas, podemos realizar o inventário com grande agilidade e precisão. Assim, ao mesmo tempo em que livramos a empresa das atividades de inventário, estamos oferecendo um sistema de informações precisas de seus estoques. E este é um importante instrumento de auxílio para a tomada de decisões”, ressalta.
Outra vantagem é a isenção na realiação do trabalho. É comum as empresas entregarem a tarefa do inventário às mesmas pessoas que manuseiam os estoques, o que pode gerar uma margem de dúvida sobre os resultados apurados. “Com as informações mapeadas pelo inventário realizado pela WIS, ficará mais fácil para o executivo detectar os problemas que geram as perdas em seus estoques”, explica o Sócio-Diretor da B&C.

 

MERCOPLAST’98

De 10 a 13 de novembro próximo será realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) , à Av. Graça Aranha, nº 1, a feira das indústrias de plásticos, a MERCOPLAST’98. 
A feira ocupara três andares e, simultaneamente acontecerá a Roda de Negócios do Centro Internacional de Negócios e do Eurocentro , reunindo empresários brasileiros e europeus do setor plástico.
O evento, promovido pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro (SIMPERJ) pretende promover a revitalização do setor em âmbito nacional através da venda de produtos e serviços, formação de “joint-ventures”, transferência de tecnologia e outras associações produtivas.

FEIRA
Com 60 stands modulados ao preço de R$ 1.200,00 ( hum mil e duzentos reais) a maioria já vendidos – a feira permitirá a adesão das pequenas empresas que, devido ao alto custo de outras feiras, não teriam como participar.
As empresas participantes da MERCOPLAST’98 terão preferência na Roda de Negócios com todos os recursos disponíveis - inclusive os virtuais – e nas agendas de reuniões com os participantes europeus, além da disponibilização de local apropriado para a realização de palestras, lançamento de produtos e contatos.
Segundo Gilberto Jaramillo, presidente do SIMPERJ, na MERCOPLAST’98 serão gerados negócios internos, atraves da aproximação das indústrias que produzem artefatos de plásticos com as que absorvem essa produção como a farmacêutica, automobilística, gêneros alimentícios e construção, entre outras. E, também, com a presença dos setores de compras dos segmentos de varejo e de atacado que revendem esses produtos. Já a Roda de Negócios
impulsionará as negociações externas, colocando o setor em sintonia com atendência globalizadora dos mercados.

PARTICIPANTES
Entre os participantes nacionais estão a Braspol, Dover, Print Chemical, Unimolde, Plasmar, PHP, LG, Idma, Plastigel, Polifeno, Exaplast, Neoplástica, ELC, Hartmann,, além de outras empresas.
Diversas empresas da Itália, Alemanha, Portugal e Espanha já confirmaram presença entre elas a Eurotecno , Eletrônica Latorre, Alimatic, Consulmode, Coemter, Helmaplas, HT Tersplast, Alveo Gmbh, Gessmann, UPM, Hübner Gummi Ind. KUMstostoff, C. F. Scherr & GE e Sommer Allibert.

INFORMAÇÕES: SIMPERJ Tels. (021) 220-9726 / 220-9526 - Srta. Simone
Fax (021) 544-1312
Rua Santa Luzia, 776 – 2º andar – Centro – Rio de Janeiro

 

GUTENBERG TRAZ GUILHOTINA HYDROMAT,
A TRILATERAL MAIS VERSÁTIL DO MERCADO

A Gutenberg Máquinas e Materiais Gráficos traz para o país a guilhotina trilateral mais versátil do mercado - a Hydromat, com ampla capacidade de formatos. Fabricada na Alemanha, pela Sperr & Lechner, permite programar qualquer sequência de cortes e utilizar as facas que o operador desejar. Tem como acessórios alimentação automática, dispositivos para cortes múltiplos e para corte dos quatro lados do produto.
Por ser uma máquina semi-automática (não é acoplada a uma linha de produção automática de livros), se destina a gráficas que esporadicamente produzem livros ou então a grandes editoras, que têm linhas automatizadas mas necessitam trilateriais semi-altomáticas para tiragens pequenas ou formatos grandes. É caso de muitos livros infantis ou de arte, que não podem ser cortados nas linhas automáticas devido ao seu formato. Fazer o corte em guilhotina plana nunca é vantagem, pois leva muito tempo. A trilateral Hydromat realiza o trabalho de oito guilhotinas planas.
Com funcionamento por sistema hidráulico, basta o operador colocar o produto para que o ciclo completo seja executado por ordem cronológica: pré-prensa, introdução, prensa, corte e saída. Quando for necessário, é possível ativar cada uma destas etapas em separado.
Outra de suas vantagens é que sua mesa lateral de alimentação automática assegura maior agilidade à produção, garantindo segurança total ao operador, que só tem a tarefa de colocar o caderno. Assim, evita qualquer risco de contato com as partes giratórias e cortantes da máquina. A Hydromat vem com suportes de balancins de diversos tamanhos, para se adequar aos múltiplos trabalhos da gráfica.
Quando houver somente um operador, o tempo de colocação é regulável pelo relógio-temporizador. E a velocidade para a colocação se adequa às características de cada produto a ser cortado. A Hydromat também tem ajuste de pressão, o que evita que na colocação o produto fique marcado. O material, já pronto, sai numa cinta transportadora.
Na Hydromat, a altura da pilha é de 12 cm. Seu formato mínimo é 7 x 5cm e, o máximo, 46 x 35cm no modelo 900 e, de 15 x 20cm até 54 x 54cm no modelo 900 T.

 

ULTRACARGO INVESTE NO MERCADO
DE GRANEL SÓLIDO

Primeira do ranking nacional de transportes de produtos químicos está investindo R$ 2,5 milhões na compra de equipamentos, treinamento e desenvolvimento do segmento.

Apostando num segmento do mercado em franca expansão, a Ultracargo-holding de logística do Grupo Ultra que congrega as empresas operadoras Transultra e Tequimar - está investindo R$ 2,5 milhões este ano para reforçar sua presença no setor de granéis sólidos. Segundo Daniel Lisak coordenador de operações da área na empresa, o foco de negócios da Ultracargo está voltado para materiais químicos/plásticos e petroquímicos, além dos termoplásticos. Hoje, explica Lisak, a maior parte desses sólidos (cerca de 90%) é transportada em sacarias, mas a tendência é de granelização num curto espaço de tempo. “Mais de 30% desses mercados de polímeros estarão granelizados até o ano 2.000”, afirma.
Para entrar firme no segmento, a Ultracargo já incluiu em sua frota de 600 equipamentos nove caminhões especiais semi-reboque, tanque tipo silo, os quais devem entrar em operação nos próximos dias. A empresa estima fechar o ano com um total de 15 equipamentos. Atualmente, já atende os seguintes clientes nessa área: Rhodia-Ster em operações para a Ceval em Ourinhos, e Plastipak, em Paulínea, na área de Polietileno Tereftalato (PET), num total de 2.500 toneladas/mês: Polibrasil na operação para Votocel, em Votorantim, na área de Polipropileno, totalizando 1.000 toneladas mensais. Ainda este ano, deve entrar também nos mercados de PVC e Polipropileno (PP) em granel sólido, além de estar iniciando negociações para atuar no ramo alimentício, especialmente com açúcar e farinha.

Vantagens
A expansão do mercado de transporte de produtos sólidos a granel, de acordo com Marcos Lutz, gerente comecial da Ultracargo se deve a vários fatores físicos e econômicos. Com a granelização, há uma economia de mão-de-obra, estiva, embalgem e tempo de embarque desembarque, além do próprio produto. A sacaria, explica Lutz, sempre acarreta perdas, tanto no processo de embalamento como durante o transporte, o que pode chegar a até 2% da carga, em casos de altas médias de carregamento.
Por outro lado, as escalas de operações das maiores consumidoras tornam imperiosa automação do processo, propiciada pelos semi-reboques. Por todas essas razões, a expectativa de crescimento do mercado de granéis sólidos é animadora, na opinião dos especialistas.
Os maiores potenciais, de acordo com Lizak, estão entre os plásticos e termoplásticos. O mercado de plásticos representa 2,4 milhões de toneladas/ano, com um potencial de crescimento de 8% a 9% ao ano. Deste total, 60% são destinados à indústria alimentícia. Já os temoplásticos (PP-Polipropileno, PEBD-Polietileno de Baixa Densidade, PEAD - Polietileno de Alta Densidade, PVC - Policloreto de Vinila, PTA-Ácido Tereftálico purificado e PET) alcançam uma produção de 3.000.000 apenas nas sete maiores empresas. A expectativa é de que, até o ano 2.002, 41% desse total (ou 1.284.200) serão transportados à granel.

No futuro, sobre trilhos
“Com o investimento em granelização, estamos também investindo no futuro e valorizando a utilização dos modais rodoviário e ferroviário conjuntamente”, diz Daniel Lizak. Com o processo de privatização das ferrovias e a efetiva utilização deste modal, uma tendência mundial, o transporte por ferrovia se torna ainda mais vantajoso para distâncias de até 300 km, uma vez que não há o custo do retorno vazio.

Ultracargo
A ultracargo é a primeira do ranking em transportes de produtos químicos, segundo a publicação “As maiores do Transporte”, editada pela Revista Transporte Moderno (Set/Out-97). Com um patrimônio líquido de R$ 38,2 milhões naquele ano, alcançou receita operacional de R$ 37,23 milhões e lucro bruto de R$ 14,3 milhões.
Também foi a primeira empresa de transportes da área química/petroquímica a ser certificada pela ISO 9002, em 1997, da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, entidade ligada à Poli-USP.
Recentemente, complementando a ISO 9002, foi credenciada pela IQNet - The International Certification Network, rede que propicia às empresas certificadas reconhecimento no mercado internacional.

 

KPMG REGISTRA 167 FUSÕES
E AQUISIÇÕES NO 1º SEMESTRE

O capital estrangeiro está presente em 63% delas.

A estabilidade econômica brasileira continua atraindo o capital estrangeiro. É o que mostra a pesquisa de Fusões e Aquisições da área de Corporate Finance da KPMG, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo. No primeiro semestre deste ano foram realizadas 167 operações, sendo que 63% delas tiveram a participação do capital externo. Segundo Márcio Lutterbach, sócio da KPMG, as empresas estrangeiras têm participado em transações com valor unitário maior do que as realizadas entre empresas nacionais. O mesmo ocorre com as operações ligadas aos setores de infra-estrutura que, apesar de não liderarem o ranking em número de transações, participam de operações de alto valor unitário, como por exemplo as privatizações e concessões.
O ranking da pesquisa é liderado pelo setor de alimentos, bebidas e fumo, com 19 transações, sendo 63% com participação estrageira. Em seguida, estão as instituições financeiras, com 18 e 77% envolvendo capital externo. O setor de produtos químicos e petroquímicos ocupando a liderança do movimento de avanço do nível de internaiconalização geral da economia. Enquanto ocupa o terceiro lugar no ranking de fusões e aquisições, está também em primeiro lugar em número de operações que tiveram a participação estrangeira: 87,5%. “A área petroquímica inicia a segunda fase de reestruturação, que começou em 1992 com as privatizações, quando as empresas do setor foram compradas por companhias brasileiras e as condições não eram favoráveis para os estrangeiros”, afirma Márcio Lutterbach, sócio da área de Corporate Finance e responsável pela pesquisa.
A empresa realiza desde 1992 a pesquisa de fusões, aquisições e joint ventures no Brasil. Uma operação só é registrada no estudo após divulgada publicamente. Por isso, os números podem não refletir a totalidade de dados envolvidos na negociação. As transações são analisadas individualmente, e os dados constantes na pesquisa ficam limitados aos divulgados pelo mercado.

 

COCA-COLA EXIBE GELADEIRA 
"CONTOUR" NA ABRAS 98

E lança, simultaneamente com os Estados Unidos, nova máquina de refrigerantes.

Pela primeira vez no Brasil, a Coca-Cola mostrou a geladeira no formato “contour” (a tradicional garrafa de Coca-Cola com formas sinuosas). A apresentação foi durante a 32ª Convenção Nacional de Supermercados e Feira Internacional de Produtos, Equipamentos e Serviços para Supermercados - Abras 98, que foi realizada no Riocentro (Rio de Janeiro).
A Coca-Cola lançou, também, simultaneamente com os Estados Unidos, a nova máquina de vender refrigerantes (vending retail store). Os botões são latinhas dos produtos e têm decoração em alto relevo. Dez máquinas foram espalhadas pelos pavilhões, inclusive a geladeira “contour”. A empresa exibiu também o “rack contour”, uma peça italiana. São prateleiras montadas dentro de uma garrafa “contour”. Mostrou, ainda, o carrinho de compras, com máquina de calcular, lista de compras e decoração com produtos Coca-Cola.
Mas as novidades da Coca-Cola para a Abras não pararam por aí. Os visitantes foram surpreendidos por um imenso Papai Noel e por uma família de ursos, antecipando o clima de Natal. Esses personagens são ícones da Coca-Cola, com forte apelo de vendas, e seus comerciais apresentam excelente índice de “recall”, segundo pesquisas.
O estande teve dois ambientes. Um deles mostrou uma geladeira com uma família de ursos: o casal, um filhotinho e dois “adolescentes” brincando. Foram esculpidos em blocos de isopor e cobertos com pelúcia. O maior deles media 1.60m x 2.10m. No centro da geladeira de 6m x 12m foi instalado um “video wall” para exibição dos filmes mais recentes dos produtos Coca-Cola light, Fanta, Sprite e Kuat, intercalados com imagens do dia-a-dia da Coca-Cola, como logística e processo de distribuição.
O Papai Noel, de 4,5 metros, estava no centro do estande, sentado ao lado de uma árvore de Natal e cercado por duendes. Vestido com a tradicional roupa de veludo vermelho, que consumiu 42 metros de tecido, fazia movimentos com a cabeça e o braço para “beber” uma Coca-Cola. Sua estrutura era toda em ferro, recoberta por manta acrílica, e o rosto em isopor, revestido de resina.
Uma árvore de Natal, ao lado de Papai Noel, completou a decoração. Com 4,5 m de altura, a àrvore foi feita com 504 garrafas “contour” de 2 lt. vazias de PET. Uma iluminação especial explorou a transparência das garrafas. Também foram criados enfeites específicos. Um deles tinha a forma de cometa, cuja calda repetia o desenho da onda da Coca-Cola, e o outro de uma bolinha com o contorno interno da garrafa “contour”.
Como atração, a Coca-Cola esteve com máquina Polaroid no estande para os visitantes fazerem fotos ao lado do Papai Noel ou da geleira. Houve ainda sorteio para fornecedores de um pacote para a Feira do FMI (Food and Marketing Institute), no ano que vem em Chicago (EUA) junto com o grupo da Abras. Para tanto, a pessoa tinha de colocar a mão na boca do urso para retirar o vale-prêmio.
O estande contou ainda com a sala VIP, com três ambientes, comportando confortavelmente até 40 pessoas. Os supermercadistas interessados nas novidades foram recebidos por gerentes de contas.
Os supermercados são o principal canal de vendas do Sistema Coca-Cola no país, respondendo, atualmente, por 45% do total da comercialização.

 

MÁQUINA DE IMPRESSÃO A JATO DE TINTA (INK-JET)

Para vossa apreciação, apresentamos em anexo dados sobre o equipamento de impressão em ink-jet modelo ALPHA-JET fabricado na Alemanha pela Metronic GmbH (representada com exclusividade no Brasil pela Oscar Flues).
Características:
- O equipamento de impressão em ink-jet modelo Alpha-Jet possue um sistema de livre programação para codificação de quase todos os tipos de materiais, em linha ou fora. A operação pode ser ininterrupta assim os produtos à serem impressos podem ser repostos durante o processo de impressão. Utilizando tintas (diversas cores) que permitem uma ampla variedade de aplicações, este sistema trabalha em alta velocidade proporcionando uma impressão com alta qualidade mesmo em superfícies irregulares. A impressão de 1 a 3 linhas é feita com uma tinta de secagem extremamente rápida que possibilita o manuseio do produto imediatamente após o processo. O design industrial deste equipamento permite que o cabeçote de impressão seja posicionado em qualquer direção. O início de funcionamento ocorre ao simples toque em um botão. A operação é simples e ocorre via terminal. Há possibilidade de controle integrado a outros sistemas e há entrada para dados via terminal ou PC com interface serial R$ 232. O equipamento possue uma memória interna de textos para até 200 textes variáveis com até 3500 caracteres. O seu alto padrão de segurança possibilita o controle do retorno e do nível da tinta além de controle de erros de impressão e chave de segurança para caso de falhas no sistema.

Informações Adicionais:
Código de matriz de dados - impresso com a Alpha-Jet
Com um software especial, a Alpha-Jet é capaz de imprimir códigos em todos os tipos de produtos. No momento, a Metronic é a única fabricante de ink-jet que satisfaz esta necessidade. Este dispositivo já foi instalado com sucesso na FCI (Framatome Connectors International) em Nuremberg, um fabricante de componentes eletrônicos. Eles imprimem este código especial em conectores que não oferecem espaço o bastante para códigos de barras convencionais.
Código de matriz de dados (DMC) - Código de matriz de dados é um código bi-dimensional que foi desenvolvido nos EUA. As características que o distinguem são uma grande capacidade de dados (até 2334 ASCII símbolos) e um modo especial de correção de erros. O símbolo de orientação para a identificação da matriz consiste em uma barra completa na esquerda e na margem inferior. Diferente dos códigos de barras lineares como EAN, 2/5i, Código 38, etc., o DMC pode carregar um número muito maior de informações (tais como figuras, caracteres, símbolos, etc.) mas requer apenas uma fração do seu espaço. Sendo assim esta aplicação é indicada onde, por razões de traceabilidade, muitas informações tenham ser colocadas numa superfície muito pequena.
Campos de aplicação - A aplicação do DMC se é indicada onde muitas informações tenham que ser colocadas num espaço tal como, componentes eletrônicos, conectores, peças automobilísticas. Pode ainda ser interessante para a indústria farmacêutica assim como todos os campos da indústria que requer grande traceabilidade por razões de qualidade ou outras,.
No momento a Metronic é a única fabricante deste tipo de software para ink-jet.
O código impresso na amostra em anexo pode ser lido e contém a informação: 9876543210-A.

Observações:
- A alpha Jet é o melhor sistema para impressão de peças de qualquer formato, inclusive fios e cabos.
- Este é o melhor sistema para impressão com tinta branca.
- Esta máquina pode imprimir em vidro, plástico, metal, tecido, etiquetas...
- A máquina informa quando a tinta está acabando.
- Este equipamento pode trabalhar com uma tinta atóxica que é muito utilizada pelas industrias farmacêuticas e alimentícias.
- Fornecemos uma tinta especial com resistência a produtos com base de gasolina e/ou óleos.